Outro dia, perguntei ao ChatGPT: “Qual médico realiza esse procedimento na minha cidade?”
A resposta apareceu em poucos segundos. Junto dela, estavam os links dos sites utilizados como fontes.
Foi então que pensei: se um paciente pesquisar algo relacionado à sua especialidade, existe uma página do seu site preparada para aparecer entre essas referências?
ChatGPT, Gemini, Copilot, Claude, Perplexity e outras experiências de inteligência artificial podem pesquisar informações na internet antes de responder. Elas encontram páginas, interpretam conteúdos e podem apresentar links para as fontes consultadas.
É nesse ponto que entra o GEO.
GEO é o trabalho de organizar o site para que as inteligências artificiais consigam encontrar e compreender suas informações.
O site precisa explicar com clareza quem é o médico, qual é a sua especialidade, onde atende, quais procedimentos realiza e quais dúvidas consegue esclarecer.
Não existe um cadastro que coloque automaticamente um profissional nas respostas. O trabalho acontece na estrutura das páginas, na organização das informações e na qualidade dos conteúdos publicados.
Cada página pode responder a uma pergunta. Uma apresenta o médico. Outra explica um procedimento. Um artigo esclarece uma dúvida frequente. Outra página informa onde o atendimento acontece.
Quando essas informações estão bem organizadas, o site deixa de ser apenas uma apresentação e passa a funcionar como fonte.
Ser mencionado em uma resposta pode despertar atenção. Ter o site apresentado como fonte cria um caminho até o profissional.
Meu trabalho com GEO para médicos começa no site. Organizo páginas, conteúdos e informações para que as inteligências artificiais tenham melhores condições de encontrar, interpretar e considerar aquele endereço como fonte.
Não se trata de prometer uma citação. Trata-se de preparar o site para participar das novas experiências de busca.
Quando o paciente fizer uma pergunta à inteligência artificial, seu site estará preparado para fazer parte da resposta?