Ser encontrado é importante.
Mas existe uma pergunta que vem logo depois:
O que acontece quando uma pessoa entra no seu site?
Imagine alguém pesquisando pelo celular.
Ela encontra uma página, decide entrar e começa a procurar pela informação que motivou aquela busca.
O site demora para abrir.
O texto está pequeno.
O menu parece confuso.
Ela não encontra onde o médico atende ou como iniciar uma conversa.
Pouco depois, fecha a página.
O médico provavelmente nunca saberá que aquela visita aconteceu.
Para ele, o site estava funcionando.
Para quem entrou, o caminho não estava claro.
UX significa User Experience, ou Experiência do Usuário.
É a experiência que uma pessoa tem ao utilizar um produto, serviço, site ou aplicativo.
Em um site, essa experiência envolve algumas perguntas simples:
A página abre com facilidade?
O texto pode ser lido no celular?
A navegação é clara?
A pessoa encontra a informação que procura?
O contato está visível?
UX não significa preencher o site com efeitos ou animações.
Na maioria das vezes, uma boa experiência nasce da simplicidade.
Um menu compreensível.
Textos legíveis.
Informações organizadas.
Páginas dedicadas a cada assunto.
Um contato fácil de encontrar.
Também existe uma diferença entre UI e UX.
UI é a interface: cores, fontes, botões, imagens e outros elementos visuais.
UX é aquilo que a pessoa vivencia durante a navegação.
Um site pode ser bonito e ainda ser difícil de usar.
Por isso, beleza e experiência precisam trabalhar juntas.
O design apresenta a identidade do médico. A experiência ajuda a pessoa a conhecer seu trabalho, compreender as informações e encontrar o próximo caminho.
É assim que UX também se conecta ao SEO e ao GEO.
O SEO ajuda uma página a participar das buscas.
O GEO organiza as informações para as experiências de busca com inteligência artificial.
O UX cuida do que acontece depois que a pessoa chega.